Logística · transportadora e armazém

A nota chega no e-mail. O sistema recebe conferido.

Cenário de uma transportadora que digita no TMS as notas recebidas por e-mail e confere o peso à mão. Como lemos, conferimos e lançamos cada nota.

Cenário ilustrativo. Composto a partir de problemas comuns do setor e da forma como a Devled trabalha. Não descreve um cliente específico, e os indicadores mostram o que medimos, não resultados alcançados.

O fluxo depois do projetoRegras · integrações · revisão humana
  1. 01E-mailXML, PDF, foto ou planilha
  2. 02LeituraXML direto, IA no resto
  3. 03ValidaçãoChave, cadastro e regras
  4. 04ConferênciaPeso, volumes e itens
  5. 05TMS e WMSLançamento sem digitação
As etapas, os sistemas e as aprovações são definidos com a sua equipe.
O ponto de partida

Quem costuma ter este problema.

Transportadora ou operador logístico com armazém, no Sul e no Sudeste, que atende de 50 a 300 embarcadores. Os maiores enviam as notas por EDI no padrão NOTFIS ou por integração. Os demais mandam XML, PDF da DANFE, foto ou planilha de romaneio para um e-mail de coleta. Uma equipe de 3 a 8 pessoas digita essas notas no TMS ou no WMS para programar a coleta, emitir o CT-e e receber a mercadoria no armazém.

Sinais comuns

  • A caixa de coleta recebe centenas de e-mails por dia, com XML, PDF, foto da DANFE e planilhas misturados.
  • Cada nota é digitada no TMS: chave de acesso, remetente, destinatário, peso, volumes e valor. Um dígito errado vira CT-e corrigido depois.
  • O peso declarado na nota não bate com a balança, e a diferença só aparece no faturamento do frete ou na fiscalização da rodovia.
  • Itens sem cadastro no WMS e unidades diferentes, como caixa e unidade, travam o recebimento no armazém.
  • Produto perigoso chega sem número ONU ou classe de risco na nota, e alguém precisa perceber antes do carregamento.
  • No fim do mês, a fila de digitação atrasa a coleta e o faturamento.
Pequenas e grandes empresas

O projeto ajustado
ao porte da empresa.

O cenário acima descreve uma empresa de médio porte. Em empresas menores ou maiores, o problema se repete, e mudam o escopo, os sistemas e as integrações.

Empresas de menor porte

Transportadora ou armazém com algumas dezenas de notas por dia e uma ou duas pessoas na digitação. O piloto lê o XML do e-mail, faz as conferências básicas e lança no TMS ou no emissor de CT-e por importação de arquivo. O peso é conferido pelo cadastro e pelo registro do conferente, sem balança integrada.

Empresas de maior porte

Operação com milhares de notas por dia, vários armazéns e clientes que mandam NOTFIS, portal e e-mail ao mesmo tempo. Entram API com TMS e WMS, balanças e dimensionadores na doca, regras por cliente, filas por unidade e monitoramento do volume diário.

Como resolvemos

Do problema
à rotina em uso.

Cada etapa tem responsável, critério de aceite e validação da sua equipe antes de avançar.

01

Organizar a caixa de entrada

Lemos a caixa de coleta pela API do Google Workspace ou do Microsoft 365. Cada anexo é classificado como XML de NF-e, PDF da DANFE, imagem, planilha de romaneio ou pedido no corpo do e-mail, e o cliente é identificado pelo remetente e pelo CNPJ.

02

XML primeiro, IA só quando precisa

O XML é lido direto, sem IA: chave de acesso, emitente, destinatário, itens com NCM e EAN, peso bruto e líquido, volumes e valor. Quando a transportadora consta na nota ou foi autorizada no XML, o arquivo oficial também pode ser baixado na SEFAZ. PDF, foto e planilha passam por leitura com IA, e cada campo traz o grau de confiança.

03

Validar antes de lançar

O sistema confere o dígito verificador da chave, barra notas repetidas e relaciona cada produto ao cadastro pelo EAN ou pelo código do cliente, com conversão de unidade. Produtos perigosos são identificados pelo número ONU, e a nota é conferida contra as informações que a ANTT exige no documento fiscal.

04

Conferir peso, volumes e itens

O peso bruto da nota é comparado com o peso calculado pelo cadastro dos itens e, na doca, com a balança e o dimensionador. Os volumes declarados são comparados com as etiquetas lidas na coleta ou no recebimento. Diferenças acima da tolerância ficam registradas com a pesagem e a foto.

05

Lançar e avisar

Notas aprovadas entram no TMS como pedido de coleta e base para o CT-e, e no WMS como aviso de recebimento. Divergências vão para uma fila com o documento e os dados lado a lado, e o cliente recebe um e-mail com o que precisa corrigir.

Stack típica

O que já existe
e o que construímos.

São as opções mais comuns neste cenário. A escolha final depende do ambiente, das licenças e da equipe da sua empresa.

Sistemas que normalmente já existem

  • TMS de mercado (Bsoft, ESL, Senior, TOTVS ou similar)
  • WMS do armazém (TOTVS, Senior ou similar)
  • E-mail de coleta no Google Workspace ou no Microsoft 365
  • Balança, coletores e certificado digital A1

Leitura de documentos

  • Leitura do XML da NF-e com validação do schema
  • Distribuição de documentos fiscais da SEFAZ
  • EDI PROCEDA NOTFIS para clientes maiores
  • OCR e modelo de IA para PDF, foto e planilha

Regras e integrações

  • Node.js ou Python
  • PostgreSQL com o de-para de produtos por cliente
  • Tolerância de peso por cliente e tipo de carga
  • APIs do TMS e do WMS, ou RPA quando não houver

Operação

  • Fila de divergências com o documento ao lado
  • Integração com balança e dimensionador
  • Painel de notas por status e cliente
  • Logs, alertas e reprocessamento
Cuidados do projeto

O que pode dar errado
e como evitamos.

Riscos que tratamos desde o diagnóstico, antes de construir.

O XML vale mais que a leitura

Quando há XML, os dados vêm dele, sem IA. A leitura com IA fica para PDF, foto e planilha, e campo com baixa confiança passa por uma pessoa antes do lançamento.

Peso tem consequência

Excesso de peso gera multa na fiscalização. O CTB atribui a infração ao embarcador quando ele é o único remetente e a nota declara peso menor que o aferido. Com carga de vários remetentes acima do peso bruto total, a responsabilidade é do transportador. Por isso a pesagem fica registrada junto da nota.

Cadastro de produtos

Sem o de-para de produtos, a conferência de itens não funciona. O piloto começa pelos clientes com mais volume, e o cadastro cresce a cada divergência resolvida.

Dados de destinatários

Notas de e-commerce trazem nome, CPF e endereço de pessoas físicas. Definimos acesso por perfil, prazo de retenção e registro de consultas, conforme a LGPD.

Como medimos

Indicadores combinados
antes do piloto.

Os números de partida são medidos no diagnóstico. As metas são combinadas com a sua equipe antes de começar.

Tempo do e-mail ao lançamento
Do recebimento da nota ao pedido no TMS ou ao aviso no WMS.
Notas lançadas sem digitação
Percentual por tipo de documento: XML, PDF, foto e planilha.
Divergências de peso na doca
Diferenças entre nota, cadastro e balança encontradas antes do embarque.
CT-e corrigidos depois da emissão
Correções causadas por erro de digitação.
Horas de digitação
Tempo da equipe com lançamento manual, antes e depois do piloto.
Plano de entrega

Do diagnóstico à operação.

  1. Semanas 1 e 2

    Diagnóstico

    Volume e formatos de documentos por cliente, regras de conferência e interfaces do TMS e do WMS.

  2. Semanas 3 a 6

    Piloto

    Leitura de XML e lançamento no TMS para os clientes que mais enviam notas por e-mail.

  3. Semanas 7 a 10

    Ampliação

    PDF, foto e planilha com IA, conferência de peso e itens, balança e painel de divergências.

  4. Depois

    Operação assistida

    Novos clientes e formatos, ajuste das tolerâncias e acompanhamento dos indicadores.

Prazos indicativos para um cenário como este. O plano do seu projeto, com escopo, investimento e prazo, sai do diagnóstico.

Como começamos

Comece por um
diagnóstico.

Analisamos uma amostra dos e-mails e documentos que chegam, as regras de conferência e as interfaces do TMS e do WMS. Você recebe o escopo do piloto, o investimento e o prazo.

  1. 01

    Conversa de 30 minutos

    Sem custo. Entendemos o contexto, os sistemas e o resultado esperado, e indicamos o próximo passo.

  2. 02

    Diagnóstico de 1 a 2 semanas

    De R$ 3 mil a R$ 6 mil, com escopo e preço fechados antes de começar.

  3. 03

    Plano e proposta

    Escopo priorizado da primeira entrega, recomendação técnica, riscos, investimento e prazo. O plano é seu, para executar com a Devled ou com o seu time.

Perguntas frequentes

Antes de
começar.

E quando o cliente manda só o PDF da DANFE?

A IA lê a chave de acesso e os dados do PDF, e campos com baixa confiança vão para revisão. Se a transportadora tem acesso à nota na SEFAZ, o XML oficial é baixado pela chave. Se não tem, o fluxo pede o XML ao cliente por e-mail.

A nota entra no sistema sem ninguém olhar?

Só quando atende às regras combinadas: XML válido, cliente e produtos cadastrados e peso dentro da tolerância. Qualquer outra situação passa por uma pessoa antes do lançamento.

Funciona com NOTFIS e com portal do cliente?

Sim. NOTFIS, portal, API e e-mail entram no mesmo fluxo de validação e conferência, e o painel mostra todas as notas juntas.

Precisamos trocar a balança?

Não necessariamente. Balanças e dimensionadores com saída de dados são integrados direto. Sem isso, o conferente registra o peso no coletor ou no celular, e a comparação continua automática.

O próximo passo

Seu cenário
é parecido?

Conte como o processo funciona hoje e quais sistemas participam. Em 30 minutos, sem custo, indicamos por onde começar.