Indústria · compras e fiscal

A nota do fornecedor conferida com o pedido.

Cenário de uma indústria que confere à mão a nota do fornecedor com o pedido de compra e o recebimento. Como conferimos e lançamos a nota no ERP.

Cenário ilustrativo. Composto a partir de problemas comuns do setor e da forma como a Devled trabalha. Não descreve um cliente específico, e os indicadores mostram o que medimos, não resultados alcançados.

O fluxo depois do projetoRegras · integrações · revisão humana
  1. 01CapturaE-mail e SEFAZ
  2. 02ValidaçãoChave e situação da nota
  3. 03PedidoItem a item com o pedido
  4. 04RecebimentoConferência na doca
  5. 05ERPPré-nota sem digitação
As etapas, os sistemas e as aprovações são definidos com a sua equipe.
O ponto de partida

Quem costuma ter este problema.

Indústria de médio porte no Sul ou no Sudeste, com 200 a 800 fornecedores ativos e de 1.500 a 6.000 notas de entrada por mês, entre matéria-prima, embalagem, peças de manutenção e materiais de consumo. Usa um ERP como TOTVS Protheus, Sankhya, Senior ou SAP. O comprador emite o pedido de compra no ERP, os fornecedores mandam o XML e o PDF da DANFE para um e-mail de notas, e uma equipe de 3 a 6 pessoas no fiscal e no recebimento confere cada nota antes de dar entrada.

Sinais comuns

  • O XML chega no e-mail de notas, no e-mail do comprador ou só como PDF, e parte das notas só aparece quando a mercadoria já está na portaria.
  • Cada nota é conferida à mão com o pedido de compra: quantidade, preço, unidade de medida, condição de pagamento e impostos.
  • O fornecedor fatura em caixa e o estoque controla em unidade, ou usa um código de produto diferente do cadastro, e a entrada trava.
  • Divergência de preço ou de quantidade vira troca de e-mails entre fiscal, comprador e fornecedor, e a nota fica parada.
  • A manifestação do destinatário na SEFAZ é feita em lote, quando alguém lembra, e notas emitidas contra o CNPJ sem pedido passam despercebidas.
  • No fechamento do mês, notas sem entrada atrasam o contas a pagar, o crédito de impostos e o custo do estoque.
Pequenas e grandes empresas

O projeto ajustado
ao porte da empresa.

O cenário acima descreve uma empresa de médio porte. Em empresas menores ou maiores, o problema se repete, e mudam o escopo, os sistemas e as integrações.

Empresas de menor porte

Indústria com algumas centenas de notas por mês e um ERP como Omie, Bling ou um Protheus mais enxuto. O piloto lê os XML do e-mail e da SEFAZ, compara com o pedido de compra e lança a nota por importação de XML ou pela API do ERP. O recebimento é registrado no celular.

Empresas de maior porte

Grupo com várias plantas e CNPJs, milhares de notas por mês e SAP ou Protheus com aprovação por alçada. Entram regras por planta e categoria de compra, tolerâncias aprovadas pela controladoria, integração com o WMS e o portal de fornecedores e monitoramento do volume diário.

Como resolvemos

Do problema
à rotina em uso.

Cada etapa tem responsável, critério de aceite e validação da sua equipe antes de avançar.

01

Reunir todas as notas

Lemos o e-mail de notas pela API do Google Workspace ou do Microsoft 365 e consultamos na SEFAZ, pela distribuição de documentos fiscais, as NF-e emitidas contra os CNPJs da empresa. Assim aparecem também as notas que o fornecedor não mandou e as emitidas sem pedido. Antes da manifestação, a SEFAZ entrega só o resumo; o XML completo vem depois da ciência da operação, que tem prazo de 10 dias.

02

Validar a nota

O XML é lido direto, sem IA, e a situação da nota é consultada na SEFAZ: autorizada, cancelada ou denegada. Notas repetidas são barradas, e os eventos de manifestação do destinatário seguem a regra combinada com o fiscal.

03

Conferir com o pedido de compra

Cada item é relacionado ao pedido pelo código do fornecedor, pelo EAN ou pelo de-para de produtos, com conversão de unidade. O sistema compara quantidade, preço unitário, NCM, impostos destacados e condição de pagamento, dentro das tolerâncias de cada categoria de compra.

04

Conferir o recebimento

Na doca, o conferente registra no coletor ou no celular o que chegou, sem ver a quantidade da nota. A diferença entre nota, pedido e recebimento fica registrada com foto antes da entrada.

05

Lançar e tratar exceções

Notas conferidas entram no ERP como pré-nota, com o pedido vinculado, para o fiscal classificar e confirmar a entrada. Divergências vão para o comprador responsável com a nota e o pedido lado a lado, e o fornecedor recebe um e-mail com o que precisa corrigir.

Stack típica

O que já existe
e o que construímos.

São as opções mais comuns neste cenário. A escolha final depende do ambiente, das licenças e da equipe da sua empresa.

Sistemas que normalmente já existem

  • ERP com pedido de compra (TOTVS Protheus, Sankhya, Senior, SAP ou similar)
  • E-mail de notas no Google Workspace ou no Microsoft 365
  • Certificado digital A1 da empresa
  • Coletores ou celulares no recebimento

Documentos e SEFAZ

  • Leitura do XML da NF-e com validação do schema
  • Distribuição de documentos fiscais por CNPJ
  • Consulta da situação da NF-e
  • Eventos de manifestação do destinatário

Regras e integrações

  • Node.js ou Python
  • PostgreSQL com o de-para de produtos por fornecedor
  • Tolerâncias por categoria de compra
  • APIs do ERP, ou RPA quando não houver

Operação

  • Fila de divergências por comprador
  • App de conferência no recebimento
  • Painel de notas por status e fornecedor
  • Logs, alertas e reprocessamento
Cuidados do projeto

O que pode dar errado
e como evitamos.

Riscos que tratamos desde o diagnóstico, antes de construir.

A classificação fiscal continua com o fiscal

O sistema sugere a natureza da operação e o tratamento dos impostos a partir do pedido e das regras do ERP. A confirmação fica com uma pessoa até as regras estarem testadas com notas reais.

Manifestação com critério

Quem registra a ciência fica obrigado a registrar a manifestação final em até 90 dias da autorização da nota. A confirmação só sai depois do recebimento, porque impede o fornecedor de cancelar a nota. Desconhecimento e operação não realizada passam antes pela análise de uma pessoa.

Tolerância tem dono

Uma tolerância de preço ou de quantidade aprovada sem registro vira custo. As faixas são definidas com compras e controladoria, e cada aprovação fora da faixa tem responsável.

Reforma Tributária

A NF-e já traz campos de IBS e CBS, e a CBS substitui o PIS e a Cofins em 2027. Pela LC 214/2025, o crédito desses tributos exige documento fiscal eletrônico idôneo. As conferências de impostos ficam em regras configuráveis, para acompanhar as notas técnicas sem reescrever o fluxo.

Como medimos

Indicadores combinados
antes do piloto.

Os números de partida são medidos no diagnóstico. As metas são combinadas com a sua equipe antes de começar.

Tempo da chegada da nota à entrada
Do recebimento do XML à pré-nota no ERP.
Notas conferidas sem digitação
Percentual de notas que entram com todos os itens relacionados ao pedido.
Divergências por fornecedor
Preço, quantidade, unidade e impostos, encontradas antes da entrada.
Notas sem pedido
Notas emitidas contra o CNPJ sem pedido de compra correspondente.
Notas paradas no fechamento
Notas recebidas e ainda sem entrada no último dia do mês.
Plano de entrega

Do diagnóstico à operação.

  1. Semanas 1 e 2

    Diagnóstico

    Volume de notas por fornecedor e categoria, regras de conferência, tolerâncias atuais e interfaces do ERP.

  2. Semanas 3 a 6

    Piloto

    Captura no e-mail e na SEFAZ, conferência com o pedido e pré-nota no ERP para os fornecedores com mais notas.

  3. Semanas 7 a 10

    Ampliação

    Conferência no recebimento, fila de divergências por comprador, manifestação do destinatário e painel.

  4. Depois

    Operação assistida

    Novos fornecedores e categorias, ajuste das tolerâncias e acompanhamento dos indicadores.

Prazos indicativos para um cenário como este. O plano do seu projeto, com escopo, investimento e prazo, sai do diagnóstico.

Como começamos

Comece por um
diagnóstico.

Analisamos uma amostra das notas recebidas, os pedidos de compra correspondentes, as regras de conferência e as interfaces do ERP. Você recebe o escopo do piloto, o investimento e o prazo.

  1. 01

    Conversa de 30 minutos

    Sem custo. Entendemos o contexto, os sistemas e o resultado esperado, e indicamos o próximo passo.

  2. 02

    Diagnóstico de 1 a 2 semanas

    De R$ 3 mil a R$ 6 mil, com escopo e preço fechados antes de começar.

  3. 03

    Plano e proposta

    Escopo priorizado da primeira entrega, recomendação técnica, riscos, investimento e prazo. O plano é seu, para executar com a Devled ou com o seu time.

Perguntas frequentes

Antes de
começar.

A nota entra no ERP sem ninguém do fiscal ver?

Não no início. No piloto, a pré-nota chega pronta e o fiscal confirma a classificação. Depois, notas recorrentes que passam em todas as regras podem seguir direto, se o fiscal e a controladoria aprovarem.

E quando o fornecedor manda só o PDF da DANFE?

Como a empresa é a destinatária, o XML é baixado na SEFAZ pela distribuição de documentos fiscais, depois do registro da ciência da operação. A leitura com IA fica para o que não é NF-e, como boletos e documentos de serviço sem XML.

O que acontece com uma nota sem pedido?

Vai para a fila do comprador da categoria, com o fornecedor e os itens. Ele cria o pedido, recusa a nota ou encaminha ao fiscal para decidir sobre a manifestação na SEFAZ.

Funciona com o Protheus e com outros ERPs?

Sim. No Protheus, a nota entra como pré-nota, vinculada ao pedido, para o fiscal classificar. Sankhya, Senior, SAP, Omie e Bling seguem o mesmo fluxo, pela API do ERP, por importação de arquivo ou, quando não há outra via, por RPA.

O próximo passo

Seu cenário
é parecido?

Conte como o processo funciona hoje e quais sistemas participam. Em 30 minutos, sem custo, indicamos por onde começar.