Logística · transportadora

O canhoto sai do caminhão e chega ao faturamento.

Cenário de uma transportadora que recebe canhotos por foto no WhatsApp e digita ocorrências no TMS. Como capturamos, conferimos e integramos esse fluxo.

Cenário ilustrativo. Composto a partir de problemas comuns do setor e da forma como a Devled trabalha. Não descreve um cliente específico, e os indicadores mostram o que medimos, não resultados alcançados.

O fluxo depois do projetoRegras · integrações · revisão humana
  1. 01EntregaRegistro no app do motorista
  2. 02CapturaFoto e chave da NF-e
  3. 03ConferênciaRegras, IA e revisão
  4. 04TMS e EDIBaixa e OCOREN
  5. 05FinanceiroFatura liberada
As etapas, os sistemas e as aprovações são definidos com a sua equipe.
O ponto de partida

Quem costuma ter este problema.

Transportadora de carga fracionada com atuação regional e de 60 a 200 veículos, entre frota própria e agregados. Usa um TMS de mercado, como McLeod, ESL, Senior ou Bsoft, para emitir CT-e e MDF-e. Os maiores embarcadores exigem ocorrências por EDI no padrão PROCEDA e o comprovante digitalizado para pagar o frete.

Sinais comuns

  • O motorista manda a foto do canhoto pelo WhatsApp, e alguém procura a nota e o CT-e correspondentes.
  • A baixa da entrega é digitada no TMS no fim do dia ou no dia seguinte.
  • Comprovante ilegível, sem data ou com ressalva só aparece quando o embarcador recusa a fatura.
  • O embarcador cobra o arquivo de ocorrências, e o atendimento liga para o motorista para saber o status.
  • Reentregas, devoluções e avarias ficam em planilhas paralelas, sem responsável definido.
  • O faturamento espera o lote de canhotos em papel chegar à matriz.
Como resolvemos

Do problema
à rotina em uso.

Cada etapa tem responsável, critério de aceite e validação da sua equipe antes de avançar.

01

Mapear o caminho do comprovante

Medimos o volume diário, o tempo entre a entrega e a baixa e as regras de aceite de cada embarcador. Levantamos as interfaces do TMS: API, banco de dados, arquivos ou telas.

02

Capturar na entrega

Um aplicativo simples lê o código de barras da DANFE, fotografa o canhoto e registra a ocorrência com o código combinado. Funciona sem sinal e envia quando a conexão volta. Agregados usam o mesmo app, com acesso só às próprias entregas.

03

Conferir antes do financeiro

Regras verificam se a foto corresponde à nota e se há data, assinatura ou carimbo e ressalva. Um modelo de visão ajuda a ler o documento. O que fica em dúvida entra em uma fila de revisão, com a imagem e os dados lado a lado.

04

Integrar com o TMS e com o embarcador

A entrega aprovada recebe a baixa no TMS. As ocorrências viram arquivos OCOREN no layout de cada embarcador, enviados por SFTP, API ou portal. Se o TMS não oferecer integração, avaliamos RPA com monitoramento.

05

Acompanhar as pendências

Um painel mostra entregas sem comprovante por idade, ocorrências abertas e prazo por embarcador. O atendimento consulta o status sem ligar para o motorista.

Stack típica

O que já existe
e o que construímos.

São as opções mais comuns neste cenário. A escolha final depende do ambiente, das licenças e da equipe da sua empresa.

Sistemas que normalmente já existem

  • TMS de mercado (McLeod, ESL, Senior, Bsoft ou similar)
  • ERP ou módulo financeiro
  • SFTP ou portal dos embarcadores
  • WhatsApp da operação

Aplicativo e captura

  • React Native com Expo
  • Modo offline com fila local
  • Leitura do código de barras da DANFE
  • Câmera com verificação de nitidez

Backend e integrações

  • Node.js e TypeScript
  • PostgreSQL
  • Fila de mensagens (SQS ou RabbitMQ)
  • Imagens no Amazon S3
  • EDI PROCEDA configurável por embarcador
  • RPA quando não houver API

IA e operação

  • Modelo de visão para ler canhotos
  • Fila de revisão humana
  • Painel web em Next.js
  • Logs, alertas e reprocessamento
Cuidados do projeto

O que pode dar errado
e como evitamos.

Riscos que tratamos desde o diagnóstico, antes de construir.

O TMS pode não ter API

Versão, licença e módulos do TMS definem a interface. Integração por banco ou arquivos exige acordo com o fornecedor. RPA exige monitoramento e manutenção quando a tela muda.

Cada embarcador tem um layout

Layout, versão do PROCEDA e prazos variam por cliente. O layout fica configurável e é testado com cada embarcador antes de o envio começar.

Dados pessoais no comprovante

O canhoto traz nome e documento de quem recebeu. Definimos acesso por perfil, prazo de retenção e registro de consultas, conforme a LGPD.

Adoção pelos motoristas

Se o app for mais difícil que o WhatsApp, o motorista volta para o WhatsApp. Testamos com um grupo pequeno, em rota real, antes de ampliar.

Como medimos

Indicadores combinados
antes do piloto.

Os números de partida são medidos no diagnóstico. As metas são combinadas com a sua equipe antes de começar.

Tempo da entrega ao comprovante aprovado
Diferença entre o horário da entrega e a aprovação do comprovante.
Entregas com comprovante em D+1
Percentual por filial, rota e embarcador.
Tempo da entrega ao faturamento
Do comprovante aprovado à fatura emitida.
Ocorrências enviadas no prazo
OCOREN entregue dentro do prazo de cada embarcador.
Horas de digitação
Tempo da equipe com baixa manual, antes e depois do piloto.
Plano de entrega

Do diagnóstico à operação.

  1. Semanas 1 e 2

    Diagnóstico

    Fluxo atual, volumes, regras por embarcador, interfaces do TMS e escopo do piloto.

  2. Semanas 3 a 8

    Piloto

    App do motorista, conferência e baixa no TMS para uma filial e um ou dois embarcadores.

  3. Semanas 9 a 12

    Ampliação

    Mais filiais e embarcadores, arquivos OCOREN, painel de pendências e treinamento.

  4. Depois

    Operação assistida

    Acompanhamento dos indicadores, ajuste das regras e manutenção das integrações.

Prazos indicativos para um cenário como este. O plano do seu projeto, com escopo, investimento e prazo, sai do diagnóstico.

Como começamos

Comece por um
diagnóstico.

Medimos o caminho do comprovante, da entrega ao faturamento, e as interfaces do seu TMS. Você recebe o escopo do piloto, o investimento e o prazo.

  1. 01

    Conversa de 30 minutos

    Sem custo. Entendemos o contexto, os sistemas e o resultado esperado, e indicamos o próximo passo.

  2. 02

    Diagnóstico de 1 a 2 semanas

    De R$ 3 mil a R$ 6 mil, com escopo e preço fechados antes de começar.

  3. 03

    Plano e proposta

    Escopo priorizado da primeira entrega, recomendação técnica, riscos, investimento e prazo. O plano é seu, para executar com a Devled ou com o seu time.

Perguntas frequentes

Antes de
começar.

O motorista precisa de um celular específico?

Não. O app funciona em aparelhos Android e iOS de entrada. Para agregados, avaliamos o uso no celular pessoal, com acesso limitado às entregas atribuídas a eles.

Dá para começar sem integrar com o TMS?

Dá. O piloto pode começar pela captura e pela conferência, e a baixa no TMS entra quando a interface estiver liberada. Assim a operação já mede o ganho na conferência.

E os canhotos em papel que ainda chegam à matriz?

Continuam aceitos. A digitalização na matriz usa a mesma conferência, para que todo comprovante passe pelas mesmas regras.

A IA aprova o comprovante sozinha?

Só nos casos que atendem às regras combinadas. Data ilegível, ressalva escrita ou qualquer outra dúvida vai para revisão de uma pessoa antes da baixa.

O próximo passo

Seu cenário
é parecido?

Conte como o processo funciona hoje e quais sistemas participam. Em 30 minutos, sem custo, indicamos por onde começar.