Mapear o caminho do comprovante
Medimos o volume diário, o tempo entre a entrega e a baixa e as regras de aceite de cada embarcador. Levantamos as interfaces do TMS: API, banco de dados, arquivos ou telas.
Cenário de uma transportadora que recebe canhotos por foto no WhatsApp e digita ocorrências no TMS. Como capturamos, conferimos e integramos esse fluxo.
Cenário ilustrativo. Composto a partir de problemas comuns do setor e da forma como a Devled trabalha. Não descreve um cliente específico, e os indicadores mostram o que medimos, não resultados alcançados.
Transportadora de carga fracionada com atuação regional e de 60 a 200 veículos, entre frota própria e agregados. Usa um TMS de mercado, como McLeod, ESL, Senior ou Bsoft, para emitir CT-e e MDF-e. Os maiores embarcadores exigem ocorrências por EDI no padrão PROCEDA e o comprovante digitalizado para pagar o frete.
Cada etapa tem responsável, critério de aceite e validação da sua equipe antes de avançar.
Medimos o volume diário, o tempo entre a entrega e a baixa e as regras de aceite de cada embarcador. Levantamos as interfaces do TMS: API, banco de dados, arquivos ou telas.
Um aplicativo simples lê o código de barras da DANFE, fotografa o canhoto e registra a ocorrência com o código combinado. Funciona sem sinal e envia quando a conexão volta. Agregados usam o mesmo app, com acesso só às próprias entregas.
Regras verificam se a foto corresponde à nota e se há data, assinatura ou carimbo e ressalva. Um modelo de visão ajuda a ler o documento. O que fica em dúvida entra em uma fila de revisão, com a imagem e os dados lado a lado.
A entrega aprovada recebe a baixa no TMS. As ocorrências viram arquivos OCOREN no layout de cada embarcador, enviados por SFTP, API ou portal. Se o TMS não oferecer integração, avaliamos RPA com monitoramento.
Um painel mostra entregas sem comprovante por idade, ocorrências abertas e prazo por embarcador. O atendimento consulta o status sem ligar para o motorista.
São as opções mais comuns neste cenário. A escolha final depende do ambiente, das licenças e da equipe da sua empresa.
Riscos que tratamos desde o diagnóstico, antes de construir.
Versão, licença e módulos do TMS definem a interface. Integração por banco ou arquivos exige acordo com o fornecedor. RPA exige monitoramento e manutenção quando a tela muda.
Layout, versão do PROCEDA e prazos variam por cliente. O layout fica configurável e é testado com cada embarcador antes de o envio começar.
O canhoto traz nome e documento de quem recebeu. Definimos acesso por perfil, prazo de retenção e registro de consultas, conforme a LGPD.
Se o app for mais difícil que o WhatsApp, o motorista volta para o WhatsApp. Testamos com um grupo pequeno, em rota real, antes de ampliar.
Os números de partida são medidos no diagnóstico. As metas são combinadas com a sua equipe antes de começar.
Fluxo atual, volumes, regras por embarcador, interfaces do TMS e escopo do piloto.
App do motorista, conferência e baixa no TMS para uma filial e um ou dois embarcadores.
Mais filiais e embarcadores, arquivos OCOREN, painel de pendências e treinamento.
Acompanhamento dos indicadores, ajuste das regras e manutenção das integrações.
Prazos indicativos para um cenário como este. O plano do seu projeto, com escopo, investimento e prazo, sai do diagnóstico.
Medimos o caminho do comprovante, da entrega ao faturamento, e as interfaces do seu TMS. Você recebe o escopo do piloto, o investimento e o prazo.
Sem custo. Entendemos o contexto, os sistemas e o resultado esperado, e indicamos o próximo passo.
De R$ 3 mil a R$ 6 mil, com escopo e preço fechados antes de começar.
Escopo priorizado da primeira entrega, recomendação técnica, riscos, investimento e prazo. O plano é seu, para executar com a Devled ou com o seu time.
Não. O app funciona em aparelhos Android e iOS de entrada. Para agregados, avaliamos o uso no celular pessoal, com acesso limitado às entregas atribuídas a eles.
Dá. O piloto pode começar pela captura e pela conferência, e a baixa no TMS entra quando a interface estiver liberada. Assim a operação já mede o ganho na conferência.
Continuam aceitos. A digitalização na matriz usa a mesma conferência, para que todo comprovante passe pelas mesmas regras.
Só nos casos que atendem às regras combinadas. Data ilegível, ressalva escrita ou qualquer outra dúvida vai para revisão de uma pessoa antes da baixa.
Conte como o processo funciona hoje e quais sistemas participam. Em 30 minutos, sem custo, indicamos por onde começar.