Cenário de uma indústria que paga fretes de várias transportadoras e confere CT-e em planilhas. Como automatizamos a auditoria, com revisão das divergências.
Cenário ilustrativo. Composto a partir de problemas comuns do setor e da forma como a Devled trabalha. Não descreve um cliente específico, e os indicadores mostram o que medimos, não resultados alcançados.
O fluxo depois do projetoRegras · integrações · revisão humana
01DocumentosXML do CT-e e faturas
02TabelasRegras por transportadora
03CálculoFrete esperado
04DivergênciaRevisão e contestação
05PagamentoAprovação no ERP
As etapas, os sistemas e as aprovações são definidos com a sua equipe.
O ponto de partida
Quem costuma ter este problema.
Indústria ou distribuidora com 10 a 40 transportadoras contratadas, cada uma com tabela própria: frete peso, ad valorem, GRIS, pedágio, TDE e taxas de reentrega. Recebe centenas ou milhares de CT-e por mês e paga por fatura. A conferência fica com uma ou duas pessoas do financeiro ou da logística, em planilhas, e acaba sendo feita por amostragem.
Sinais comuns
A tabela negociada está em PDFs e planilhas, com versões diferentes por transportadora.
A conferência é por amostragem, e só valores muito fora do esperado são questionados.
Taxas como TDE, reentrega e pedágio aparecem sem a ocorrência que as justifique.
O CT-e chega por e-mail, a fatura por portal, e alguém junta os dois.
Divergências são cobradas por e-mail, e o crédito se perde no mês seguinte.
Não há visão do custo de frete por cliente, rota ou transportadora.
Como resolvemos
Do problema à rotina em uso.
Cada etapa tem responsável, critério de aceite e validação da sua equipe antes de avançar.
01
Reunir os documentos na origem
Os XML de CT-e são obtidos na SEFAZ pela distribuição de documentos fiscais ao tomador do serviço, ou em uma caixa de e-mail dedicada. Faturas e arquivos DOCCOB entram por e-mail, SFTP ou portal. Nada depende de alguém salvar o arquivo.
02
Transformar tabelas em regras
Cada tabela negociada vira um conjunto de regras com vigência: faixas de peso, ad valorem, GRIS, pedágio, generalidades e taxas. A IA ajuda a extrair tabelas de PDFs e planilhas, e a equipe confere cada regra antes de ela valer.
03
Calcular o frete esperado
Para cada CT-e, o sistema relaciona as notas transportadas, calcula o valor pela tabela vigente na data e compara com o cobrado, componente por componente.
04
Tratar as divergências
Diferenças acima da tolerância combinada vão para uma fila, com o cálculo explicado. A pessoa aprova, ajusta ou gera a contestação para a transportadora, e o histórico fica no caso.
05
Liberar o pagamento
Faturas conferidas seguem para aprovação no ERP. Um painel mostra divergências por transportadora, créditos pendentes e custo de frete por cliente e rota.
Stack típica
O que já existe e o que construímos.
São as opções mais comuns neste cenário. A escolha final depende do ambiente, das licenças e da equipe da sua empresa.
Sistemas que normalmente já existem
ERP (TOTVS Protheus, SAP, Senior ou similar)
Portais e e-mails das transportadoras
Planilhas de tabela de frete
Certificado digital A1 da empresa
Captura de documentos
Distribuição de documentos fiscais da SEFAZ
Leitura de caixa de e-mail dedicada
EDI PROCEDA: DOCCOB e CONEMB
RPA para portais sem API
Motor de auditoria
Python ou Node.js
PostgreSQL com tabelas versionadas
Regras por componente do frete
Extração de tabelas com IA e conferência humana
Operação
Fila de divergências com histórico
Painel de custo por rota e cliente
Aprovação integrada ao ERP
Trilha de auditoria
Cuidados do projeto
O que pode dar errado e como evitamos.
Riscos que tratamos desde o diagnóstico, antes de construir.
A tabela vigente na data certa
Reajustes e acordos pontuais mudam o valor. Cada regra registra vigência e origem, para que o cálculo de um CT-e antigo use a tabela da época.
Tolerância e relação com a transportadora
Nem toda diferença deve virar contestação. A tolerância por componente é combinada com o financeiro e com a logística.
Certificado digital e acessos
A consulta à SEFAZ usa o certificado da empresa. Definimos onde ele fica, quem acessa e como é renovado.
Exceções legítimas
Reentrega, TDE e diárias podem estar corretas. A regra pede a ocorrência que justifica a taxa antes de aprovar ou contestar.
Como medimos
Indicadores combinados antes do piloto.
Os números de partida são medidos no diagnóstico. As metas são combinadas com a sua equipe antes de começar.
CT-e conferidos
Percentual auditado por mês, em vez de amostragem.
Valor divergente identificado
Soma das diferenças por transportadora e por componente.
Créditos recuperados
Contestações aceitas e abatidas em fatura.
Tempo de conferência
Do recebimento da fatura à aprovação para pagamento.
Custo de frete por rota e cliente
Base para renegociar tabelas com dados.
Plano de entrega
Do diagnóstico à operação.
Semanas 1 e 2
Diagnóstico
Transportadoras, volume de CT-e, tabelas, fluxo de aprovação e acessos à SEFAZ e ao ERP.
→
Semanas 3 a 6
Piloto
Captura dos XML e auditoria das duas ou três transportadoras com maior volume.
→
Semanas 7 a 10
Ampliação
Demais tabelas, contestação, integração com o ERP e painel de custos.
→
Depois
Operação assistida
Novas tabelas e reajustes, ajuste das tolerâncias e acompanhamento.
Prazos indicativos para um cenário como este. O plano do seu projeto, com escopo, investimento e prazo, sai do diagnóstico.
Como começamos
Comece por um diagnóstico.
Levantamos transportadoras, tabelas, volume de CT-e e o fluxo de aprovação no ERP. Você recebe o escopo do piloto, o investimento e o prazo.
01
Conversa de 30 minutos
Sem custo. Entendemos o contexto, os sistemas e o resultado esperado, e indicamos o próximo passo.
02
Diagnóstico de 1 a 2 semanas
De R$ 3 mil a R$ 6 mil, com escopo e preço fechados antes de começar.
03
Plano e proposta
Escopo priorizado da primeira entrega, recomendação técnica, riscos, investimento e prazo. O plano é seu, para executar com a Devled ou com o seu time.
Perguntas frequentes
Antes de começar.
Precisamos pedir algo às transportadoras?+
Para o CT-e, normalmente não: o tomador do serviço pode obter os XML na SEFAZ com o próprio certificado. Faturas e arquivos DOCCOB podem exigir combinar o envio por e-mail ou SFTP.
E se a tabela estiver só em PDF?+
A IA extrai a estrutura, e uma pessoa da sua equipe confere antes de a regra valer. Depois disso, cada reajuste entra como uma nova versão.
Isso substitui um sistema de gestão de fretes?+
Pode ser um primeiro passo ou um complemento. Se a empresa já tem um sistema de gestão de fretes, avaliamos integrar a auditoria a ele em vez de duplicar cadastros.